sexta-feira, 25 de maio de 2012

Política Nacional de Resíduos Sólidos

O que fazer com  o lixo que produzimos? Em 2009 quase metade de todos os resíduos sólidos do país foi descartado de forma inadequada. São mais de 60 % dos municípios despejando o lixo a céu aberto em vazadouros clandestinos ou lixões.
Em 2010 foi aprovada a Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelecendo assim um marco regulatório nacional para o lixo.

Mas você sabe o que é a Política Nacional de Resíduos Sólidos? O programa Cidades e Soluções da Globo News apresentado pelo jornalista André Trigueiro em 2010 explicou quais são os novos destinos que devem ser dados aos resíduos sólidos e o que muda nas cidades.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Grupo de mímicos vai ao centro educar pedestres

Um grupo de mímicos percorreu a cidade ontem para promover a conscientização das pessoas que jogam lixo no chão. A ação foi organizada pelo movimento "Rio Eu Amo Eu Cuido". 

Com muita música, humor e animação, os mímicos andaram pelas ruas do Centro nesta terça-feira (22) para chamar a atenção de pedestres que insistem em jogar lixo nas ruas e calçadas da cidade. Com vassouras e uma lixeira, eles abordam os pedestres e varreram guimbas e pedaços de papel do chão. Essa é a segunda vez que os mímicos fazem uma ação pela cidade. A primeira iniciativa, chamada Base do Riso, foi realizada na Barra da Tijuca, e abordou frenquentadores de casas noturnas, banhistas e motoristas.

"O que a gente está fazendo é um bonde da limpeza. É uma campanha de conscientização, quase que uma campanha educativa para mostrar que você é responsável pelo seu lixo. Nós não reprimimos quem joga o lixo no chão, apenas queremos mostrar que cada um é responsável pelo seu lixo. Quando você limpa o que está do seu lado, você está se limpando", disse o mímico Cico Caseiro.




O movimento voluntário "Rio Eu Amo Eu Cuido" ( http://www.rioeuamoeucuido.com.br/) busca mostrar que pequenos gestos, que estão ao alcance de qualquer um, podem fazer uma grande diferença na cidade.


Além de ações de conscientização, o grupo também organiza, em parceria com as Organizações Globo, os mutirões de limpeza que acentecem pelas comunidades do Rio. O último, realizado no dia 12 de maio, limpou as ruas do Morro dos Macacos com a ajuda de mais de 600 voluntários.



Veja a reportagem do RJTV:
http://g1.globo.com/videos/rio-de-janeiro/rjtv-2edicao/t/edicoes/v/moradores-do-morro-dos-macacos-recolhem-55-toneladas-de-lixo/1944942/


O primeiro mutirão do projeto foi feito em abril no Morro de São Carlos, no Estácio, onde foram recolhidas mais de 82 toneladas de lixo.



segunda-feira, 14 de maio de 2012

O Trabalho - G2

  • Ver

Causas:
 

Falta de conscientização/informação da população.
Mau funcionamento da coleta de resíduos sólidos.
Falta de políticas públicas a respeito do tratamento do lixo.

Consequências:
 

Danos ao ecossistema
Poluição Visual
Doenças
 

  • Julgar

Pesquisa Bibliográfica:
 

Esta fonte de pesquisa será utilizada para nos dar uma base teórica do problema do lixo no país através de autores conceituados. Dessa forma podemos conscientizar a comunidade da PUC sobre o que nós podemos fazer para solucionar a questão do lixo jogado nas ruas com reflexões, análises e pesquisas que já foram feitas por esses estudiosos.
 

Pesquisa Virtual:
 

Esta fonte de pesquisa visa encontrar projetos sólidos e ações de sucesso para estruturar o nosso trabalho. Dessa forma podemos encontrar idéias e acontecimentos atuais e gerar interatividade.
 

Pesquisa de Campo:
 

Com base nas pesquisas anteriores, a pesquisa de campo será uma enquête feita com alunos e funcionários da PUC-Rio.
 

As perguntas serão: se há o costume de jogar o lixo no chão? Por quê ainda é possível ver várias pessoas jogando lixo do carro, ônibus na rua? Além disso, após um domingo ensolarado, é possível notar uma praia com toneladas de resíduos sólidos na cidade?
 

Através das entrevistas será feito um vídeo evidenciando duas fases: perguntas e soluções.
 

  • Agir

Na etapa agir, temos o objetivo de impactar a comunidade através de uma ação transformadora. A intenção é fazer as pessoas refletirem o problema e saírem da sua zona de conforto, do comodismo.

Já que é necessário aproximar o problema das pessoas para que elas resolvam o problema, pretendemos colocar anúncios em jornais de bairro, como o encarte "Barra" ou "Zona Sul" de O Globo, e o Jornal da PUC, com paisagens clássicas de cada um destes lugares, só que completamente tomadas pelo lixo. Nestes anúncios estará escrito: "Não quer que sua praça/praia fique assim? Entre no blog lugardelixoenolixo.blogspot.com.br e saiba como ajudar seu bairro".
 

O blog será a mídia, e nele estarão informações sobre tudo que envolve o problema do lixo, desde a forma como deve ser separado o lixo para reciclagem, até as iniciativas de recolhimento e formas sustentáveis. Serão postado no blog posts conscientizadores, com estatísticas e informações interessantes, mas também medidas que cada um pode tomar para melhorar o local em que vive. Além do jornal, pretendemos colocar anúncios na TV Pixel. A tela exibirá locais da PUC e logo depois a tela é tomada pelo lixo, com a mesma chamada para ação do que os anúncios impressos. Desta forma, vamos criar também debates e um meio que gera informação de forma interativa.
 

Também será veiculado no PUC Digital o vídeo feito com as entrevistas e as soluções. Desta maneira vamos mostrar a questão para a comunidade utilizando membros da própria comunidade, criando identificação.

sábado, 12 de maio de 2012

Pesquisa de Campo/ Perla Alves


Como trabalho de campo, será feita uma enquete com alunos e funcionários da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. 

Perguntar se há o costume de jogar o lixo no chão? Por quê ainda é possível ver várias pessoas jogando lixo do carro, ônibus na rua? Além disso, após um domingo ensolarado, é possível notar uma praia com toneladas de resíduos sólidos na cidade?  

O vídeo vai se dividir em duas fases perguntas e soluções. Na primeira parte, será feita entrevistas e também filmagens escondidas de pessoas jogando lixo na rua. Após as pessoas jogarem o resíduo sólido, vamos até elas e perguntar pessoalmente o porquê realizaram esse ato. Já na segunda parte, vamos filmar com pessoas que usam o lixo como arte. O exemplo disso é o Galpão das Artes, na Gávea. No local, artistas expoem os seus trabalhos feitos a partir do lixo. Como algo que poderia ser jogado fora pode ser reproveitado e até mesmo virar uma forma de arte.

 Com essa etapa final, pretendemos realizar uma ação transformadora, que quer transformar a realidade para que todos possam viver dignamente.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Coleta Seletiva / Ariane Venetillo Pesquisa na Internet





Complementando a pesquisa feita por Caroline Penna, é complicado acharmos solução para a coleta seletiva porque isto envolve não apenas um conscientização da população, mas também é necessário encontrarmos os meios para o recolhimento deste material.
Visando a coleta sustentável temos iniciativas como o "Pimp My Carroça"criada pelo grafiteiro Mundano, o desenvolvedor da empresa Parede Viva . O projeto tem o intuito de provocar a sociedade, refletindo sobre o problema do lixo, tirando as pessoas da comodidade.


Somente São Paulo produz 17 mil toneladas de lixo por dia, e apenas 1% deste lixo é reciclado. O vídeo de apresentação explica que estes números poderiam ser ainda piores se não fossem os mais 20 mil catadores de materiais recicláveis que coletam cerca de 90% do que é reciclado no estado. Para incentivar o recolhimento dos resíduos recicláveis, o projeto quer reformar o maior número de carroças “ambientais” pelo Brasil inteiro. 


Utilizando frases impactantes, a proposta é provocar a sociedade e, claro, ajudar estes trabalhadores que de fato fazem a diferença em nossas vidas – como os verdadeiros agentes ambientais – e acabam passando despercebidos. A iniciativa propõe aumentar a visibilidade, segurança e a auto estima dos catadores de material reciclável.


Vídeo que apresenta o projeto:


http://vimeo.com/39229903

Práticas Públicas sobre Coleta Seletiva / Caroline Penna Pesquisa na Internet







O Ministério de Meio Ambiente tem como meta, até 2014 a coleta seletiva funcione em todos os municípios brasileiros, pois atual cenário Brasileiro cerca de 18% das cidades aplicam o processo de coleta seletiva. Os serviços existentes são realizados em postos de entrega voluntária, por meio das cooperativas de catadores, ou de porta em porta. Ainda não tem uma iniciativa pública consistente relacionada a coleta.

Pensando em educar a população sobre o lixo que produzimos o Ministério de Meio Ambiente desenvolveu uma campanha Separe o lixo e acerte na Lata. A campanha que já estava sendo veiculada na televisão, rádio, impressos e na internet para incentivar o reaproveitamento de resíduos sólidos.

Essa campanha é um bom inicio de conscientização da sociedade Brasileira, para entender quais são os danos que o lixo jogado nas ruas podem causar. Ainda é uma ação muito pequena, perto da quantidade de trabalhos que precisam ser feitos para educar e criar o hábito do jogar lixo no lixo. 

A teoria desta campanha do MMA, é muito boa, mas não vemos evolução da coleta seletiva nas cidades do País, precisamos de mais ação do governo, com relação aos resíduos sólidos que a população cria. Não basta apenas a população entender quais são os materiais recicláveis e o que são lixos úmidos ou secos, se o governo não disponibiliza caminhões de recolhimento desse material pelas residencias das pessoas.

Nosso objetivo é informar sobre a coleta seletiva e como ela pode ser feita. Além de criar maneira das pessoas incentivarem umas as outras a terem essa prática dentro de suas casas. 

Para conhecerem o projeto segue o link do blog do MMA: http://blog.mma.gov.br/separeolixo/
Seguem os vídeos educativos da Campanha: Separe o lixo e acerte na Lata. 














Conscientização é necessária (pesquisa bibliográfica)- Ana Luiza e Paula

Em seu livro Mundo Sustentável, lançado em 2005, o jornalista André Trigueiro fala sobre o problema do lixo jogado nas ruas cariocas. Ele fala que em 20 anos a população havia crescido em 15% e a quantidade de lixo jogado nas ruas aumentou em 124%. O problema parece simples. Afinal de contas é só contratar mais garis para limpar esse lixo certo? Mas o impacto de adicionar mais profissionais também afeta o orçamento da prefeitura e da população.

"Quanto maior o volume de sujeira jogado no chão, maior o impacto no bolso do contribuinte, já que a coleta de lixo nas ruas é três vezes mais cara do que a coleta domiciliar. Nada menos do que 203 milhões de reais foram gastos no ano passado (2004) com a retirada de lixo do espaço público. Isso representa metade de todo o orçamento da Comlurb. Esses recursos preciosos que a prefeitura gasta apenas para varrer o chão poderiam ser destinado para outros fins, como, por exemplo, a construção de escolas, creches e hospitais." ( Mundo Sustentável, página 50)

Mas será que a solução seria apenas aumentar o orçamento da Comlurb ou culpar a prefeitura?

O nosso trabalho quer aumentar a conscientização da comunidade da PUC sobre o que nós podemos fazer para solucionar a questão do lixo jogado nas ruas. Se cada pessoa souber o efeito que cada pedaço de papel ou garrafa plástica que jogarem no chão afeta a sua vida diretamente, talvez essas pessoas possam fazer alguma coisa para resolver o problema.

"Quem nasceu no Rio ou aprendeu a amar essa cidade, não deve mais tolerar o lixo jogado no chão. Isso não significa que a gente deva declarar guerra ao porcalhão. Certa vez o deputado Carlos Minc, professor de História e veterano ambientalista, foi perguntado sobre qual deveria ser a reação da gente ao flagrarmos alguém jogando lixo no chão. Minc reconheceu que a situação requer paciência e cuidado, e que levou algum tempo até descobrir a melhor maneira de encarar essa situação. 'Olha, muitas vezes, quando eu vejo alguém jogando lixo no chão, eu pego o lixo, me dirijo até a pessoa com muito respeito e digo pra ela: Com licença, você deixou cair isso no chão'. Que cada um de nós descubra a melhor maneira de agir – e reagir – em benefício de uma cidade mais limpa e digna de se ser chamada de maravilhosa". (Mundo Sustentável, página 52)

Já que é necessário aproximar o problema das pessoas para que elas resolvam o problema, pretendemos colocar anúncios em jornais de bairro, como o encarte "Barra" ou "Zona Sul" de O Globo, e o Jornal da PUC, com paisagens clássicas de cada um destes lugares, só que completamente tomadas pelo lixo. Nestes anúncios estará escrito: "Não quer que sua praça/praia fique assim? Entre no blog lugardelixoenolixo.blogspot.com.br e saiba como ajudar seu bairro". Aí no blog, colocaremos posts conscientizadores, com estatísticas e informações interessantes, mas também medidas que cada um pode tomar para melhorar o local em que vive. Além do jornal, pretendemos colocar anúncios na TV Pixel. A tela exibe locais da PUC e logo depois a tela é tomada pelo lixo, com a mesma chamada para ação do que os anúncios impressos.